Rumo aos Portos do Arco Norte avança

O modal ferroviário tem um custo inferior, não provoca filas nos portos e o oferece mais segurança operacional

É clássico o bordão de que o agronegócio brasileiro é eficiente da porteira da fazenda para dentro da fazenda, mas sofre com problemas crônicos da porteira para fora. Ou seja, a reconhecida produtividade dos empresários do setor fica comprometida – principalmente nas regiões Norte e Centro-Oeste – pela péssima logística de transporte da safra até o porto de embarque para o exterior. “Mas, mesmo com a dificuldade toda, nos últimos cinco anos os portos do Arco Norte aumentaram sua participação nas exportações brasileiras do complexo da soja – grão, farelo e óleo – de 27,3% para 39,6%”, diz o consultor Frederico Bussinger, do Instituto de Desenvolvimento, Logística, Transporte e Meio Ambiente (Idelt). E acrescenta que os dois principais polos exportadores daquelas regiões são os complexos portuários da Baía de São Marcos (MA), onde se destaca Itaqui, e de Barcarena (PA). Saiba mais.